Publicado por: Ivan Oliveira | 9 09UTC fevereiro 09UTC 2010

Posteridade

Qual post publicar hoje no dia em que completo mais um ano de vida.

Nada.

Beber umas cervejas, jogar conversa fora, dar umas risadas e ir pra casa.

Amanhã é um dia a mais nessa jornada.

Garcia já dizia:

“A vida não é o que você vive, a vida é que você tem para contar e como contar.”

Essa frase abre o livro VIVER PARA CONTAR

Bom, no próximo post espero ter algo para contar. Hoje eu só vou celebrar e guardar os dias para um incerta posteridade.

Abraços

Publicado por: Ivan Oliveira | 3 03UTC fevereiro 03UTC 2010

O cara de Araguari

Ainda bem que ele saiu de Araguari

Eu sempre acreditei que o rock nacional tinha salvação.

Quando ouvi Ludovic pela primeira vez fique mais certo disso. Infelizmente algo conspira contra aqueles que ousam simplesmente ignorar a produção sonorarock no Brasil, sei lá porque.

Violins, de Goiânia teve seu fim, aquela que me parecia a renovação/salvação do cerrado goiano, para não falar do DF (Brasília produziu a legião, a capital inicial foi no vácuo).

Com Ludovic acontece a mesma coisa, de repente não existiam mais, confesso que esperava o terceiro disco deles com muita ansiedade. Mas acabou…  Restavam somente aquelas canções, e uma lembrança de um cara chamado Jair Naves.

Eis que me aparece através de um e-mail o convite para ouvir no myspace seu novo trabalho, o cara retorna em carreira solo.

Mas não é só o fato de retornar, e sim como retornar.

Quem já ouviu Ludovic sabe do que eu estou falando. Esqueça Renato, o maior compositor da música rock nacional responde pelo nome de Jair Naves.

HTTP://myspace.com/jairnaves

Como disse no twitter… Fóda… Muito Fóda.

PS. Jair Naves, nasceu em Araguari, cidade do interior de Minas, Araguari é conhecida pelo caso dos Irmãos Naves, história da prisão, tortura e morte de Joaquim e Sebastião Naves, injustamente acusados de um crime na época do Estado Novo de Getúlio Vargas. Presos e torturados, os Naves são obrigados a confessar um crime que não cometeram. O fato virou um livro escrito pelo advogado João Alamy Filho que defendeu os irmãos, que posteriormente virou filme “O Caso dos Irmãos Naves” de 1967.

Publicado por: Ivan Oliveira | 2 02UTC fevereiro 02UTC 2010

Kissy tá certa

Dezembro de 2009 - Rio de Janeiro - WS- Cine+Cultura

Minha amiga Kissy é que tá certa. O Rio é o Rio. O Rio é o Mar.

Publicado por: Ivan Oliveira | 2 02UTC fevereiro 02UTC 2010

Faça seu curta

Edital Curta Metragem de Ficção ou Documentário

Inscrições até 18 de março – MinC – www.cultura.gov.br

Curta Metragem de Ficção ou Documentário - apoiará, com até R$ 80 mil, a produção de 20 obras cinematográficas inéditas de curta metragem, de ficção ou documentário, sendo aceitas técnicas de animação em ambos os gêneros.

Confira os editais e os anexos:

Edital

Requerimento de Inscrição

Currículo

Termo de compromisso

Autorização da Conta e   Orçamento

Uma grande oportunidade pra quem sonha relizar seu filme, com o mínimo de recurso possível.

Publicado por: Ivan Oliveira | 2 02UTC fevereiro 02UTC 2010

Erick Rocha

 

Este vídeo foi filmado por mim em Maio de 2009, no Amazônia DOC (festival de cinema) em Belém. Erick Rocha fala um pouco sobre a questão da produção cinematográfica na américa latina.

Erick Rocha é filho do ícone do cinema brasileiro Glauber Rocha. Durante Amazônia DOC assisti o filme da Irmã Dorothy, filme que passei quase 6 meses para conseguir a liberação para exibição no Curta Carajás, na Mostra Labirinto, depois de muitos contatos cheguei até Gustavo Gelmini (um dos produtores do filme) que por sinal é brasileiro e foi muito gentil em agilizar o contato com o produtor gringo (o americano dono do filme).

Post puramente saudosista.

Publicado por: Ivan Oliveira | 1 01UTC fevereiro 01UTC 2010

Ayahuasca

O uso da Ayahuasca foi regulamentado pelo Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas (Conad), do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República. A resolução autorizando o consumo da bebida em rituais religiosos e vedando sua utilização com fins comerciais, turísticos e terapêuticos foi publicada no Diário Oficial da União dessa terça-feira, 26 de janeiro (Seção 1, páginas 57 a 60). Obtido por meio da mistura de duas plantas nativas da floresta amazônica – o cipó Banisteriopsis caapi (jagube, mariri) e da folha Psychotria viridis (chacrona, rainha) -, o chá também é conhecido como Santo Daime e Vegetal. O uso da Ayahuasca é uma tradição secular de grupos indígenas da Amazônia brasileira, mais tarde disseminado em rituais religiosos de comunidades localizadas principalmente na Região Norte do país. A discussão sobre os efeitos psicoativos causados nos usuários da bebida foi responsável por uma longa avaliação, de mais de 20 anos, nos órgãos públicos responsáveis pela liberação do consumo para práticas rituais. O Grupo Multidisciplinar de Trabalho que regulamentou o uso religioso da Ayahuasca foi instituído em novembro de 2004, mas bem antes disto, o tema já tinha sido alvo de outros estudos oficiais. O relatório do GT reconheceu a sua utilização como prática legítima de manifestação cultural das populações tradicionais da Amazônia e de parte da população urbana do país, cabendo ao Estado garantir e proteger o pleno exercício deste direito. Dentre o conjunto de regras aprovadas para o uso da bebida constam a proibição da exploração comercial e a divulgação do seu consumo como atração turística. Foram autorizados gastos apenas com as despesas de manutenção feitas por entidades religiosas, na extração dos vegetais da floresta ou no seu cultivo. Também foi proibida a utilização da substância como medicamento, enquanto não forem desenvolvidas pesquisas científicas que comprovem a sua eficiência terapêutica. Patrimônio Imaterial Em maio de 2008, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, autarquia vinculada ao Ministério da Cultura, recebeu um pedido de reconhecimento do uso ritualístico da Ayahuasca como bem cultural de natureza imaterial. A solicitação foi entregue ao então ministro da Cultura, Gilberto Gil, por sete grupos religiosos que utilizam a bebida, durante visita oficial ao Acre para o lançamento do Programa Mais Cultura. O pedido já foi avaliado pela Câmara Técnica do Patrimônio Imaterial do Iphan/MinC, onde foi detectada a necessidade de ampliar os estudos sobre os demais usos do chá nas expressões culturais da população tradicional da Amazônia, principalmente em comunidades indígenas. A conclusão desta etapa é fundamental para subsidiar a decisão do instituto sobre o pedido de reconhecimento do chá como patrimônio cultural brasileiro.

Em Parauapebas existe a UDV – União do Vegetal

Publicado por: Ivan Oliveira | 1 01UTC fevereiro 01UTC 2010

Ciclovia

Julia estava cansada do seu trabalho. Certo dia juntou suas coisas, foi até a sala do seu chefe e disse:

 - Eu estou me demitindo. Virou as costas e saiu.

 Jonas, seu chefe, gritou:

- Ei Julia, espera aí vamos conversar.

Ela desapareceu porta a fora. Nunca mais se ouviu falar em Julia naquela empresa.

Alguns anos se passaram e Jonas, já não era mais chefe naquela empresa, foi substituído por alguém mais novo, ele era apenas um subdiretor de alguma coisa. Jonas andava deprimido, sua vida, sua rotina de trabalho, sua família, nada mais disso lhe animava a alma.

Jonas surtou.

Hoje ele está internado numa clínica de tratamento de esquizofrenia, tem mostrado uma melhora significativa, principalmente depois que começou a ser tratado pela Dra. Julia.

Publicado por: Ivan Oliveira | 1 01UTC fevereiro 01UTC 2010

Discutindo o Audiovisual

Bom dia dia dia diaaaaaa

Vamos discutir o audiovisual al al al

Tem alguém aí í í í í

Publicado por: Ivan Oliveira | 29 29UTC janeiro 29UTC 2010

O Mocassim

Mocassim a la “Dançando na Chuva”

De quem será esse mocassim?

A foto acima flagra a elegância de um dos homens mais culto, polêmico e inoxidável de Parauapebas. Dono de uma voz peculiar, e uma ligeira semelhança com o poeta Carlos Drummond, que por sinal são conterrâneos.

O Ilustre circula é uma figura histórica do município.

O blog posta este egnima do homem do mocassim.

 Mais sobre

Mocassim é um tipo de calçado, mais precisamente um tipo de sapato criado pelos índios norte-americanos. Eram feitos com casca de árvore e eram sem saltos. A sola do sapato subia pelos lados e pela ponta dos pés, e se juntava com uma peça em couro em forma de “U”.

Publicado por: Ivan Oliveira | 29 29UTC janeiro 29UTC 2010

A Tropa está de volta

Tropa de Elite osso duro de roer

Tropa de Elite, grande sucesso do cinema nacional nos últimos anos, está de volta.

As filmagens tiveram início neste mês, e segundo dizem, será lançado ainda este ano.

As seqüências de filmes de sucesso geralmente são um fiasco, exemplos existem aos montes.

Mas Padilha (o diretor), tem se revelado um grande cineasta. É esperar e aguardar.

Acompanhe a produção do filme

www.tropa2.com.br

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